Mutirão: coleiras e guias

Olá para todos!

Decidi me aventurar num assunto que, para mim, era um bicho de 7 cabeças... mas confesso que escrever para nós sobre coleiras e guias foi um aprendizado enorme! Só para vcs terem uma idéia, vi que usava a coleira e guia mais inadequados para o Farello no momento (peitoral + guia retrátil). Agora estamos nos adaptando com a coleira e guia mais adequadas, mas particularmente precisamos da ajuda de um adestrador para nos adaptarmos! Com isso, nossas caminhadas diárias têm sido mais curtas até sentirmos 100% de segurança na guia com enforcador e limitador!

San: as fotos são beeeeeemmmm amadoras, mas com certeza me inspirei nas suas belas imagens para montar as fotos no post! Ainda chego lá!

Bem, mas vamos ao que interessa! Boa leitura a todos!

Coleiras e Guias

A coleira é um acessório que fica no pescoço do cachorro e é recomendada por muitos adestradores (e por muitos aqui do blog) que seja usada sempre, mesmo quando o cão estiver em casa, facilitando a correção ou contenção de algum comportamento inadequado e também para que ele porte uma plaquinha de identificação como a Débora já colocou brilhantemente a sua importância aqui no blog.

Exemplo de plaquinhas frente e verso

O ideal para o uso do dia-a-dia é uma coleira confortável e ajustável, devemos nos atentar para a qualidade do material (macio e flexível), as costuras e o fecho, seu sistema de regulagem e ter atenção para não ficar apertada demais, nem frouxa demais. O ideal é ajustar a coleira de modo que você consiga enfiar o dedo entre ela e o pescoço do seu cão sem esforço, mas também sem espaço para sobra.

Para os filhotes a regulagem não pode ter partes excedentes que possam ser mastigadas. Os fechos plásticos do tipo trava de engate podem ser usados, mas devemos ter atenção com o passar do tempo para ver se não estão se deformando e perdendo a pressão.

Coleiras peitorais são indicadas para cães de pequeno porte. Devemos levar em consideração vários aspectos nesta coleira também, entre eles a segurança. Uma vez comprei uma peitoral ajustável para o Farello e os ajustes se afrouxavam à medida que ele puxava a guia... foi perigoso! Ele se soltou uma vez saindo correndo em disparada!

Agora, achei legal acrescentar um pedaço do e-mail que a Débora me enviou acrescentando mais informações importantes a respeito do uso da plaquinha de identificação:

“...a plaquinha não deve ficar presa na coleira atada a guia. Deve ficar numa coleirinha fininha separado, pode ser aquelas coleirinhas de gato, um cordãozinho qualquer, uma correntinha só para a plaquinha, tipo uma gargantilha bem leve para não marcar o pelo, não pode ser apertada e nem larga, para não correr o risco de enroscar em nada.”

Débora ainda coloca que não é aconselhável prender a plaquinha na coleira da guia pois estará sempre tensionada e, se por algum motivo esta coleira rasgar, corremos o risco de ficar com a coleira, a plaquinha e a guia na mão enquanto nosso aumigo escapará sem identificação.

De acordo com o livro Larousse dos Cães, a coleira tradicional de Lebréis e Whippets é de couro, larga no centro e fina nas extremidades!


Fonte: galgos.com.br

A guia é o acessório que une a coleira ao controle do dono. A guia deve transmitir, de maneira delicada, as ordens dadas pela mão. Evite guias muito curtas, que não dão liberdade suficiente ao cão, a menos que seja em caráter de adestramento. As guias retráteis são uma excelente opção no que diz respeito ao raio de ação do cão, porém os riscos de atropelamento e brigas com outro cães são maiores; neste caso, o cuidado é redobrado!

A guia ideal é aquela simples e leve. Ela deve agüentar um bom tranco quando necessário e também passar despercebido pelo cão quando estiver frouxa. Para passear, o tamanho ideal de uma guia deve ficar entre 1,5m e 2,0m.

As guias de corrente são indicadas apenas para passeio ou quando o cão ficará preso sem supervisão, pois a corrente não pode ser roída.

Guias retráteis: devem travar bem e exigir o mínimo de tração possível para aumentar o comprimento, caso contrário, irão colaborar para seu cão puxar o dono.

Para quem está treinando o cachorro a obedecer os comandos a longa distância, ou fazendo a transição para que o cão obedeça mesmo sem estar usando uma guia, ou ainda, ensinando a trazer e entregar a bolinha, existem guias de treinamento longas de 7 a 10 metros em nylon ou algodão para proporcionar maior mobilidade.

O cuidado deve ser tomado também ao analisarmos os mosquetões das guias. A Débora nos alerta com a imagem abaixo mostrando um mosquetão ruim, que se abre com facilidade.


Fonte: Débora e Zé Magrelo

ENFORCADORES




O enforcador tem como objetivo chamar a atenção do cão através de uma sensação desagradável (enforcamento) quando tracionar excessivamente a guia, auxiliando na correção deste comportamento. Deve ser utilizado quando o cão estiver sendo treinado ou passeando, sempre sob supervisão humana.

PRÓS: são bem aceitas em cachorros comportados ou treinados, utilizadas para os passeios diários, mantém o cão sob controle com certa mobilidade.

CONTRAS: podem ser perigosos se deixados permanentemente no pescoço do cachorro, pois podem se prender em algum móvel ou outro local, causando graves problemas como o enforcamento acidental, hematomas sublinguais e traumatismos na traquéia. Cães agitados e sem treinamento também podem se machucar utilizando este tipo de coleira em passeios.

GUIA: neste caso não é aconselhável a guia retrátil. Podem ser utilizados com guias de 1,50m a 2,00m.

OBSERVAÇÕES:

ENFORCADOR AJUSTÁVEL COM LIMITADOR: Ao contrário dos enforcadores comuns, esses enforcadores podem ser ajustados para enforcar o cão apenas até um determinado ponto, sendo assim mais seguros para seu cão. Além do limitador, este acessório fica melhor posicionado no pescoço do cão, reduzindo assim as chances de machucá-lo. Segundo o adestrador André Barreto essa é uma opção bem mais segura do que os enforcadores comuns.

Débora nos lembra também que com este enforcador, não corremos o risco do cão se soltar sem perceber..


Zé Magrelo nos mostrando o enforcador com limitador

Os enforcadores devem ser leves o suficiente para que o cão perceba que está usando apenas quando receber a correção. Assim, ficará mais fácil seu adestramento com a possibilidade de obediência também quando estiver sem o enforcador se este for seu objetivo.



Este equipamento deve se afrouxar assim que aliviarmos a tensão mantida pela guia. Para isso, Alexandre Rossi, em seu livro adestramento inteligente nos ensina como utilizarmos o enforcador da maneira correta:

Para conduzir o cão do lado Esquerdo, olhe para o cão de frente, forme a letra P com o enforcador e coloque-o no pescoço do seu cão. Para as pessoas que andam com o cão do lado Direito, o P deve estar invertido e aí sim, deve ser colocado no pescoço do cão.

Lembrando ainda que o enforcador deve permanecer bem no alto do pescoço, logo abaixo das orelhas, causando menos desconforto e perigo.

Os equipamentos abaixo substituem o enforcador para cães que se engasgam, se enforcam e ainda sim puxam a guia. Eles também ensinam a não puxar a guia, sem enforcá-los.

HALTI ou TRANQUILITY WALK





É uma “coleira” de cabeça – toda vez que o cão puxa a guia, a cabeça dele vira automaticamente, o que faz o cão aprender a parar de puxar.

PRÓS: não é uma focinheira e não machuca o cão, apesar de muitas pessoas ao verem um cão com a Halti achar que ele é bravo e que está de focinheira.

CONTRAS: quando tracionado, também fecha a boca do cão. Uma amiga da Débora usa a Halti e colocou coisas importantes: “este equipamento não pode ser usado como coleira de segurança, é vendida assim, mas o cão consegue tirar e se soltar facilmente, super perigoso.. o que ela faz, assim como a Ful também coloca é usar uma coleria comum e a halti e prende uma na outra..

GUIA: É recomendado o uso de guias curtas, assim o cão permanece ao nosso lado todo o tempo.

OBSERVAÇÕES: o período de adaptação com esta coleira não é de apenas 2 semanas como diz o fabricante! Já vi vários depoimentos dizendo que 2 semanas não são suficientes. A amiga da Débora disse que levou 3 meses, mas não se arrependeu, tem sido muito positivo, mas a adaptação é gradual e quem optar por este modelo não pode desistir!

LOOP ou TRELA


Fonte: mercadolivre.com.br

É um peitoral modificado para causar desconforto quando o animal traciona a guia, pois num peitoral normal, o cão puxa a guia cada vez mais.

PRÓS e CONTRAS: Em minhas pesquisas, não encontrei depoimentos ou explicações a respeito da loop. Deixo aberto para quem tem ou teve experiências com este modelo para compartilhar conosco.

GUIA: É recomendado o uso de guias curtas. A guia que acompanha esta coleira tem 1,30m.

GENTLE LEADER

Atua da mesma forma que um cabresto através de uma tira de nylon para o focinho e outra para o pescoço do cachorro. Estas tiras “sinalizam” ao cachorro que a pessoa que está segurando a guia tem o seu total controle.



Colaboração: Fúlvia e Suzie

A coleira Gentle Leader (GL) é indicada para:

PRÓS: Segundo o site bitcao.com.br, representantes e vendedores da GL em parceria com a LordCão, este modelo é a opção mais eficiente e moderna para quem quer ter um cachorro educado, mas não quer correr o risco de machucá-lo. Ela foi cientificamente desenhada para trabalhar com os instintos naturais do cachorro. Quando ela é tencionada, as tiras de nylon fecham a boca do cão e aplicam uma leve pressão no alto do seu pescoço – sendo estes os mesmos sinais que a cadela dá aos seus filhotes quando precisa controlá-los.

CONTRAS: No uso aqui em casa com o Farello, eu colocava um tempo para ele se acostumar antes de sairmos, mas ele arrastava a carinha no chão ou puxava a guia com a pata, então, talvez não tenha tido a paciência que a nossa amiga teve com a halti e acabei desistindo. Outra coisa: a tira da cabeça escorregava toda hora e pelo manual de instruções que vem junto com o acessório, não é recomendado o uso da GL de forma inadequada.

GUIA: Assim como a Halti, é recomendado o uso de guias curtas, assim o cão permanece ao nosso lado todo o tempo.

OBSERVAÇÕES: assim como a Halti, muitas pessoas ao verem um cão com a GL podem achar que ele é bravo e que está de focinheira. Outro ponto importante é a paciência na hora da adaptação (confesso que vou tentar de novo, pois os poucos períodos que o Farello ficou tranquilo com a GL, nossa caminhada valeu a pena!)

Algumas diferenças que pude observar entre a Halti e a Gentle Leader:

HALTI

Estrutura Mais larga e com mais tiras

Posição no cão Pescoço e abaixo dos olhos

Ao tracioná-la... Fecha a boca do cão

Perigo do cão se soltar Sim - necessário coleira extra

GENTLE LEADER

Estrutura Mais finas e com menos tiras

Posição no cão Atrás orelhas e abaixo dos olhos

Ao tracioná-la... Não fecha a boca do cão

Perigo do cão se soltar Mais difícil, mas também pode acontecer


Para ilustrar um pouquinho de tudo que vimos aqui, segue o link de um pequeno video do adestrador André Barreto do webanimal.com.br:

http://www.webanimal.com.br/tvwebanimal/tv_coleiras_1008.htm

Créditos:

Débora e Zé Magrelo

Ana e Tobi

Fúlvia e Suzie

O primo Rocky – Lhasa Apso

Livro: Adestramento Inteligente do Alexandre Rossi

Sites: bitcao.com.br

supercachorros.com

webanimal.com.br

Convido a todos para complementar informações e também contar suas experiências!!!

Eu, me refrescando

Queridos amigos cãofrades, esta postagem é só para ilustrar o que ando fazendo para me refrescar neste calorzão. Domingo, minha mamis estava brincando de lavar louça e aí já viram, né?! Não resisti. Queria "pegar a água" a todo custo.



Mas depois acho que exagerei.



Se eu coubesse dentro da piazinha da mamis...Ah! Eu tinha entrado com tudo!

Foi muito divertido.

Aproveitem, como eu!

Lambeijos refrescantes,
SKY.

Que calor é esse??

Cãofrades, cãopanheiros de blog.. me digam uma coisa:
Como está sendo esse calor pra vocês?

Amiguinhos carioquiinhaxxx pensei muito em vocês nos últimos dias, tá muito quente por aí, né?

E na Bahia, vixe.. como é que tá? Haja água de côco.

Eu não sinto mais fome, praticamente só vou comer minha 1º, 2º e 3º refeição (gulosamente uma atrás da outra) de noite, lá pelas 20h.. é nessa hora que sinto fome. E que fome, como de montão.. hehe

Eu não sabia que sentia tanto calor assim... rs Vocês também estão cozinhnado nesse verão?
Não dá mais pra passear na rua em qualquer horário e agora só com protetor solar. Em casa fico sempre esparramadão num canto mais fresquinho.

Mamis me molha na rua, fico tão ofegante, esse sol me cansa.

Na foto acima acima está a dona Chanel se refrescando.

Temos sempre que dar umas pausas nas corridas para dar uns goles.. tô perdendo até o medo de água..rsrs

Nessa época temos que ter muito cuidado com a insolação, o maior perigo do verão. Uma dica é pedir para nossos companheiros humanos borrifarem água na nossa boca e em todo corpo, apenas para nos refrescar, mas sem encharcar.
Evitem também os exercícios nos horários mais quentes, prefira uma soneca na frente do ventilador..rs

Phusilli lambe o fuço enquanto Bamboo tenta esvaziar o balde..hehe
Até eu que não gosto de água fico com sede ao olhar para o fuço do Phu..hihi

Mas me digam, cãofrades, como está sendo pra vocês?
Estão sentindo muito calor também?
Ficam mais agitados ou molengões como eu?
Perdem o apetite ou nada mudou?

Leia também: Mutirão: Primeiros Socorros onde a Fúl explica, além de outras coisas, o que fazer e como evitar a Hipertermia, conhecida como insolação.
Leia, hipertermia é muito grave, você deve estar preparado, sabendo o que fazer você, como agir em casos assim.

Praia para cães! Será que vai dar praia?

Recebi a noticia abaixo, da mamis da minha amigona Miah, uma magrelinha que eu amo demais.
Não inverti os papéis não, a minha amigona de verdade é a Miah, uma cachorrinha que mais parece um anjinho, a mamis dela anda tão sem tempo que a gente quase não se fala..rs. Converso muito com a Miah, a vejo com frequência, mas adoro demais sua mamis também.

Bom, assim que li as primeiras linhas da notícia, me lembrei na hora do nosso cãofrade Neuf e do Lamberto (confrade) que no nosso post Hotéis que aceitam Cães - SP comentou e recomendou uma pousada em Ilha Bela, mas citou também o único problema, o fato de ser proibido passear com os cães nas praias da região.

Leiam a matéria...

Ilhabela estuda criar ‘praia de cães’ a partir de 2011
A Prefeitura de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, estuda liberar a partir de 2011 o acesso de cães a uma das praias do município. Atualmente, a cidade, assim como outros municípios litorâneos paulistas, possui leis que proíbem a presença de animais na areia e no mar e que punem os proprietários.

Leia a matéria completa em seu site de origem G1

Vai um chazinho aí?

Zezinho de vez em quando toma um gostoso chazinho de camomila.. na real ele não curte tanto, é preciso dar na marra, mas os resultados são excelentes.

De todos os remedinhos naturais, o chá é o que traz menos efeitos colaterais e ainda para ajudar é baratinho.

Mais lembre-se, é sempre bom ou melhor é importante, NECESSÁRIO consultar o veterinário do seu cãozinho antes de dar qualquer chá, ok?

Os mais comuns são:
Chá de Camomila - alivia cólicas. Os cães têm cólicas com mais frequência do que imaginamos e muitas vezes não emitem sinais, apenas ficam quietinhos.
Além de aliviar cólicas o chá de camomila deixas nossos magrelos mais calminhos. E também é excelente para se fazer compressas nos olhos.
Você sabia que antigamente os jogadores lavavam suas mãos com chá de camomila antes de uma partida importante? Dizem que camomila dá sorte e atrai prosperidade. Mais um motivo para lavar as mãos com frequência.. rs
Melissa também acalma.
Hortelã e Menta - melhoram a respiração, usado na forma de inalação.
Existem muitos outros, Chá de Quebra-Pedra, Boldo e etc.
Na próxima vez que for ao vet. pergunte quais chás você pode dar e em quais situações.

Cachorro em bloco de carnaval!




Gente!

Esse magrelo está assustado ou é impressão minha?

- Bom, na minha leitura ele está estressado com o barulho e com a multidão, fora o calor e o asfalto quente! Espero estar enganado...

Acho que tenho uma tendência de resguardar demais as minhas whippets.

Porém, fica aqui o lembrete:

- Será que o magrelo tá curtindo aquela confusão toda?
- Calor, barulho, gente estranha para ele, asfalto quente, eu acho que eles ficam, no mínimo, desnorteados...

- Não sei se o magrelo da foto é nosso cãofrade, se for, me desculpem a liberdade que tomei de comentar sobre isto e levantar esta questão; como disse, posso estar enganado e o magrelo estava curtindo aos montes toda a folia...

(esse bloco é o acadêmicos do baixo augusta, saiu ontem, domingo 07/02/10, lá pela rua Augusta)

Madrinha do Billy e notícias do Kiko

Meus amigos Cãofrades! Quero dividir com vocês a minha alegria.

Hoje a mamis de Billy me convidou para ser a sua madrinha.....

Gente eu sou a dindinha do Billy, vou conhecer meu afilhado no carnaval quando vamos fazer um churrasco para comemorar esse convite que claro foi aceito na hora.

Kiko já esta super acostumado com sua casa nova, fez exame de sangue ontem e depois do carnaval ele vai fazer a cirurgia com um cirurgião plástico para retirada do pênis.

Com as 12 horas que ele ficou dentro da caixa (não foi 8 horas como falei antes) ele ficou muito agitado e piorou um pouco o seu pênis, que esta muito vermelho e às vezes sangra.

Falei com a Katia do Canil onde o Kiko estava e o mais certo é fazer logo essa cirurgia que vai dar muito conforto ao meu bebê.

Beijos para todos e bom final de semana

Monica Terra Lima

Notícias do Billy

Pessoal meu Billy se recupera da gastrite muito bem....está comendo a papa de frango com arroz, água de côco e activia. Toma omeprazol pela manhã e já está pedindo pra descer e fazer xixi na rua.

Parece que essa gastrite é hereditária pois o pai dele também tem isso. Ele come muito melhor esse tipo de comida (frango,arroz e legumes) do que a ração dele...Será que posso continuar com essa alimentação...???

Bom vou cuidar do meu bichinho pq ele é a alegria da minha casa. Mesmo porque agora no carnaval vamos na casa do Kiko conhecê-lo.

Monica Terra nos espera com um churrasco baiano ai ai ai vamos ver o que vai dar uma carioca e uma paulista fazendo churrasco na Bahia e criando Galgos.

Beijos a todos que deixaram comentários....

Whisky 22 anos

O que é que eu que não entendo nada de bebida, no máximo tomo uma cervejinha com amigos, vou falar de whisky num blog de galgos?

Veja bem...

Semana passada, durante o passeio do Zé, encontrei um senhor que veio ao nosso encontro. Ele me disse que gosta muito da raça e que sua irmã teve um whippet, já falecido. O magrelo se chamava Whisky e viveu nada menos que 22 anos!

22 anos bem vividos, esbanjando saúde e simpatia!

Cultura Canina!!!!

Oii,
Essa semana me deparei com um amigo que lida com cães de exposição e depois vi um post Seu Cavalinho até parece Cachorro, do Zé Magrelo, percebi como as pessoas são em alguns casos e como o assunto aqui são os galgos eles são um bom exemplo.
A maioria das pessoas não gosta do que é diferente, elas se acostumaram ao “normal” ou acreditam num padrão. E isso não é algo que se vê só em leigos, mais também nas pessoas que são ativas na cinofilia, um simples exemplo é:
Quantas matérias alguém já viu na Revista Cães e Cia sobre o Borzoi ou o Greyhound? Agora quantas você viu sobre o Labrador ou o York?
Tá! São raças populares sim, mais acabam não dando espaço pra outras tantas raças maravilhosas. Eu mesmo conheci o Cornish Rex um raça de gato rara e exótica por uma matéria e fico grato por isso mas é uma matéria pra cada 50 sobre o persa.
Aqui mesmo em minha cidade sair com meu afghan sempre é uma aventura, ir ao centro, às vezes, num bar, por exemplo, chega a ser um tormento. No começo com a minha 1° afghan eu adorava, a cada 10 minutos alguém me parava e perguntava qual a raça (ou falava ‘credo’). Aí veio o Orfeu, isso caiu pra 5 minutos.. rsrsrs.
Então depois de alguns anos você já perde a linha e a paciência.. rsrsrs. Você não para mais, responde e continua andando, pois não escutamos só elogios ou dúvidas, isso seria ótimo, escutamos asneiras também do tipo “nossa é igual a minha collie”, “cara cruza essa cachorra (detalhe ele é MACHO) com um pastor alemão, você vai ganhar dinheiro”. Tem os comentários absurdos também “creeedo olha a cara desse cachorro”, “cachorro de bich...” “esse setter é horroroso e o menino ainda pela o dorso e o rabo dele”... rsrsr. Alguns comentários são cômicos.
Agora vai começar tudo novamente. Vou ter que respirar fundo e responder todas as perguntas sobre o meu Piccolo. Já começaram, pois me disseram que fui enganado que ele é um Pincher... rsrsrsr, as criticas também serão mais pesadas sim eu sei, pois todos esperam de um cão algo fofo e “gordo” mas não ligo e sempre levo na esportiva.
Ah e sobre o meu colega que lida com cães de exposição e sempre me criticou por ter afghans me chamando de louco, pois são cães enormes e não aprendem nada, não são apegados a gente, que manter um é caríssimo e agora disse que a pior aquisição que fiz superando até meus gatos horrorosos foi o IG, pois são cães porcos e que além de muito feio parecem vira latas que passam fome.
O que eu tenho a dizer e disse foi “sempre gostei de cães grandes. Sim eles possuem uma personalidade muito forte, pois não são submissos. Nunca gostei de animais de circo e quando vêem até você é porque querem e não porque são carentes e absorventes, sim manter um afghan não é barato, pois é um cão grande e principalmente se você quer que ele tenha o pelão, isso sai caro, mais para mim não tem preço quando o solto na quadra e ele voa com todo aquele pelo.
Já o IG, me surpreendo a cada dia, pois é raro fazer xixi e cocô no lugar errado, até podia pois ele ainda tem 3 meses. E de feio, meu bem, a raça não tem nada, muito menos de vira lata, seu corpo como de todos os galgos em geral é uma maquina aerodinâmica perfeita e vê-los em ação é a melhor parte de se conviver com um, e pensar que são raças que possuem uma história magnífica é deslumbrante pra mim.
É lógico que fui mais curto e grosso com ele, mesmo porque meus cães (feios ou não) sempre chamaram mais atenção do que os dele.. kkkkkkkkk.
PRONTO FALEI!!!

Hoje vou postar umas fotos também.

Essa é a saudosa Jhansi, ele chegou pra mim com 6 anos e estava toda acabada sem pelo, desnutrida e muito desidratada e depois de 2 anos virou essa coisa linda. Não culpo a sua antiga dona, pois ela a amava muito e só aconteceu o que aconteceu, por falta de orientação e problemas pessoais. Muito meiga com todos, adorava dar sua voltinha para passear mais se eu parasse por 2h na rua ela sequer sentava no chão. Embora eu more em apartamento, tenho uma boa área externa e ela no entanto não gostava de ficar lá só dentro de casa jogada no sofá.
Nos deixou ano passado com quase 14 anos e nos ensinou muita coisa com a sua seriedade.




Débora, você havia me pedido pra mostrar os gatos, como são diferentes e pussuem um aparência bem parecida com a dos galgos.

Esses gatos não são os meus, eles são de uma amiga minha, criadora, que reside em Tóquio,
então postei essa foto, pois ele passa a imagem claramente
de como é um Cornish Rex.


e não poderia faltar o Orfeu


e nem o Piccolo, o caçulinha da casa rsrsrs
(eu ainda nao sei qual dos dois é ele ai rsrsr)

Whippets e Crianças




Eles simplesmente se complementam. Minha filha se apaixonou por eles tanto que parecem conversar. E como correm e brincam. É lindo demais.

Além disso, são ótimos modelos para meu curso de acupuntura e massagem. Eles adoram os alunos fazendo carinho. Quer cão melhor para localizar pontos de acupuntura?

Calma pessoal. É só palpar com o dedo, nada de colocar agulhas sem necessidade...rsrsrsrs

Ainda em tempo: todos os animais merecem os céus, mais alguns veterinários também. Adeus Marcel Benedetti.

Cães em Condomínio

imagem tirado do google
Homens e cães uma velha amizade

O cão é o mais antigo animal que foi domesticado pelo homem. Essa amizade data de eras pré-históricas, a principio o homem das cavernas adquiriu cães com o intuito de servir de alimento, porém com a convivência ele pode observar que este animal , escutava e farejava melhor que ele, além de ser um animal de matilha que se apegava aos humanos e protegia o território, prevenindo ataques de tribos inimigas e facilitando nas caçadas, a partir desse momento o cão passa de alimento a auxiliar do homem, o que o faz magnificamente até os dias atuais.

Porém atualmente vivemos sob circunstâncias completamente diferentes e já não há tanto espaço e dos antigos sítios, chácaras ou mesmo casas, atualmente a maioria de nós mora nos modernos apartamentos e com isso veio a necessidade de se aprender a viver com as normas de convivência que é dado o nome de condomínio. Assim os problemas em quem quer ter animais nestes sistemas viraram uma luta diária que acaba geralmente em "acordos" ou na justiça.




Direitos e Deveres

Ao adquirir um animal temos que ter em mente que DIREITOS GERAM DEVERES e que somos os responsáveis por tudo o que se refere a este ser. Bicho não é brinquedo, é uma vida, portanto sente, ama e sofre, têm cansaço, dor,fome, frio e sede e por isso dependerá de nós a vida inteira. Se observarmos sempre a boa convivência entre vizinhos sairemos sempre ganhando neste assunto tão complicado. Se você respeita o mínimo de convivência entre vizinhos e seu cão você terá sucesso: não deixar o animal latindo o dia todo, muito menos de noite, não deixar fazer suas necessidades nas partes comuns do prédio, andar sempre no elevador de serviço, manter sua vacinação em dia e sua saúde em geral( isso inclui não ter mau cheiro, pulgas e sarnas), não intimidar os condôminos, proporcionar um bom grau de atividade a este animal fazendo com que gaste suas energias. As pessoas têm de ter um entendimento de que animais não possuem personalidade jurídica para responder por seus atos, portanto quem vai ser responsabilizado é o seu dono. Conhecer e respeitar os direitos de vizinhança estipulados por lei e pelas normas de cada condomínio é fundamental para o dono de animal de estimação ter grandes chances de contar com o apoio do sistema jurídico brasileiro na manutenção do convívio com seu pet.



Convenções Internas Condominiais






De um modo geral condomínios possuem suas convenções e elas são feitas para serem respeitadas. Mas isso deve ser levado em consideração até um certo ponto pois quando se trata de cães e animais em geral você deve questionar o que ficou acordado. Graças à Constituição Federal nos é
assegurado o direito de propriedade do animal ao indivíduo e o síndico não
pode contestar isso. Desde que o animal não represente perigo eminente à ooutras pessoas e animais ele pode permanecer no apartamento e ter uma vida social normal. Se isso não for aceito de bom agrado entre as partes, aí sim a pessoa deve entrar com um processo na justiça em qualque vara cível ou juizado especial cível e utilizar os serviços de um advogado para tentar garantir estes direitos e seguindo a jurisprudência, que são os casos que já passaram pela justiça e acabaram "bem" para cães, proprietários e síndicos.

Participe regular e ativamente das reuniões e assembleias, não deixando que decidam nada - inclusive coisas ilegais como proibição sumária da presença de animais domésticos - sem seu conhecimento. Aos mais implicantes, mostre as carteiras de vacinação em dia e argumente que os condôminos peludos podem até contribuir para a segurança do lugar - inclusive diminuindo a carga de trabalho do zelador!

Sobre Leis e Legislação




É importante salientar que as convenções de condomínios não podem ser superiores as leis federais, ou seja, você pode ter o seu cachorro ou qualquer outro pet que esteja legalizado, sem que o sindico impeça. A hipótese está prevista na Lei 4.591, de 16.12.1964 - "Dispõe sobre o condomínio (em Edificações e as Incorporações Imobiliárias"; no Código
Civil Brasileiro, art. 554 e 555 - Dos Direitos da Vizinhança - Do Uso Nocivo da Propriedade; no Dec. Federal 24.645 de 10.07 na Declaração dos
Direitos Humanos e na Jurisprudência.
Maria Helena Diniz, em sua obra Código Civil Anotado, Saraiva, 1ª ed., 1995, p. 425-427, ensina que: "Segundo Daibert, direitos de vizinhança são
limitações impostas por normas jurídicas a propriedades individuais com o
escopo de conciliar interesse depropriedade de vizinhos reduzindo os poderes inerentes ao domínio e de modo a regular a convivência social.

Mau uso da propriedade vizinha - O mau uso é o uso anormal do direito, que cause dano a alguém (CC, art. 159). Se prejuízo houver do exercício anormal de um direito, ultrapassando os limites impostos à zona da garantia de cada um, cabe ao prejudicado o direito de reação. O critério de mau uso é contingente. Para determiná-lo, será preciso levar em conta as circunstâncias de cada caso, averiguando o grau de tolerabilidade, invocando o uso e os costumes locais, examinando a natureza do incômodo e a pré-ocupação".
A Lei 4.591 de 16J2,1964 estatui:
"Art. 10. É defeso a qualquer condômino:
III - destinar da unidade a utilização diversa da finalidade do prédio, ou usá-la de forma nociva ou perigosa ao sossego, à salubridade e à segurança dos demais condôminos"
Vilson Rodrigues Alves, em sua obra Uso Nocivo da Propriedade, Ed. RT,
1ª ed., 1.992, p. 286-315, ensina que:
"Uso da propriedade divisa nocivo à segurança, ao sossego e à saúde vizinha:
O ter-se animais em apartamento é questão que pode ser interpretada ora como nocivo da propriedade, ora como uso não-nocivo da propriedade".
Ainda na doutrina, Lauro Laertes de Oliveira indicou quatro requisitos à

não-nocividade do uso da propriedade versando:
a) o pequeno porte;
b) a boa saúde;
c) a docilidade;
d) a permanência na unidade autônoma.

Tenha sempre em mente a orientação jurídica dada pela DrANA RITA TAVARES, adovogada e consultoria jurídica, OAB.BA.8131 que se segue:

a) é nula e sem efeito qualquer CONVENÇÃO CONDOMINIAL que proíba a existência, ou permanência, de animais doméstico, especialmente de cães e gatos, em condomínio, vez que tal proibição afronta a Lei Maior do País, que é a Constituição Federal, onde estão tutelados juridicamente a vida e o bem estar desses seres. b) os condôminos que se vejam violentados nos seus direitos de terem e manterem seus animais de estimação em suas unidades integrantes de condomínios devem (1) registrar queixa nas delegacias de polícia civil da jurisdição do seu bairro por constrangimento ilegal; (2) propor ação judicial, de natureza cautelar, buscando liminar para a permanência do seu animal sob sua guarda; (3) propor ação judicial ordinária para desconstituir a decisão de síndico, ou deliberada em assembléia condominial, que proíba a permanência de animais nas unidades; (4) propor ação judicial de natureza cautelar, buscando liminar para vetar proibição, emanada da administração do condomínio, da presença desses animais nos elevadores e que obriguem o trânsito apenas pelas escadas; (5) propor ação criminal por maus tratos ao animal, no caso de decisão do condomínio que o obrigue a subir escadas, proibindo-o de entrar e transitar no elevador; (6) propor ação de indenização por danos morais em decorrência do constrangimento havido por força dessa ordem proibitiva de o animal transitar pelo elevador; (7) propor ação judicial contra proibição de ingresso de visitantes acompanhados de animais; (6) propor ação de indenização por danos morais em face dessa proibição.c) é ilegal e configura prática de crueldade a decisão de síndico, ou adotada em assembléia condominial, que obrigue a utilização de focinheira em animais domésticos de pequeno porte, dóceis, de índole pacífica, cabendo, do mesmo modo, a adoção das providências policiais e judiciais mencionadas na letra anterior

Ter um animal de estimação é um direito: lute por ele. Lembre-se dos nossos direitos e que, qualquer determinação interna nesse sentido e ilegal, porque não está prevista na Lei dos Condomínios e em desacordo à própria Constituição Federal, que consagra o direito de propriedade. É importante salientar que mesmo se a questão não seja totalmente pacífica e, dependa da avaliação do exame e das circunstâncias em cada caso concreto, já temos um rumo, uma direção no mundo jurídico deste país, a ser tomada, com fulcro na jurisprudência de nossos Tribunais.

Para os animais domésticos, inofensivos e sossegados, não há impedimento legal em sua permanência em condomínios horizontais ou verticais. Podendo assim o proprietários de animais insurgir-se contra eventual ordem de proibição por parte do sindico, pois a jurisprudência se mostra pacifica, sobre a permanência de animais em apartamentos. A justiça tem dado ganho de causa a quem reivindica o seu direito de possuir inofensivos animais em condomínios horizontais ou verticais.

DICAS de ADOVOGADOS DA ONG “Terra verde viva”

Disputas entre vizinhos são mais frequentes do que se imagina. Pensando nisso, o advogado Michel Rosenthal orienta, a seguir, as pessoas que passam por problemas com a proibição de pets no condomínio a lidar com o caso:
· 1. Caso o morador receba uma notificação formal do condomínio, ele deve primeiramente solicitar uma assembleia geral para tentar resolver o caso amigavelmente.

· 2. Se não for possível resolver com a primeira manobra, o morador deve entrar com um pedido de anulação da cláusula do regimento interno que proíbe animais em condomínios.

· 3. Enquanto estiver acontecendo o processo o dono deve pedir uma liminar na Justiça que autorize a permanência do animal no prédio até que o caso se encerre.

· 4. Caso essa liminar seja recusada, o cão deve ser retirado imediatamente. Ao final do processo, se ficar comprovado que o animal deve voltar ao prédio, o condomínio pagará uma indenização ao morador por ter sido obrigado a retirar o cão. Caso ficar comprovado que o cão realmente não deve permanecer no prédio, quem paga a indenização é o morador.

· 5. O advogado ressalta que as multas são estipuladas pelo juiz e podem variar de caso a caso. Em média o valor alcançado não pode ser superior a 10 vezes o valor pago pelas taxas condominais. Ex. Se o morador paga 500 reais por mês de condomínio, sua multa poderá ser de até 10 x 500, no caso, 5 mil reais.


Jurisprudência

"APELAÇÃO CÍVEL. COMPRA E VENDA DE CACHORRO. ADOECIMENTO. MORTE. REPARAÇÃO DE DANOS MATERIAIS. MANTIDA. DANOS MORAIS. RECONHECIDOS. FIXAÇÃO DO MONTANTE INDENIZATÓRIO. PEDIDO DETERMINADO EM RELAÇÃO AOS DANOS MORAIS. ACOLHIDO.
1. Configura ato ilícito, passível de indenização, vender animal doente, sem dar ciência deste estado ao comprador. 2. Condenação ao pagamento de danos morais. 3. O dano moral puro prescinde de produção probatória, pois considerado in re ipsa. 4. A fixação do dano moral deve atender uma série de critérios adotados pela jurisprudência de modo a compensar a vítima pelos danos causados, sem significar enriquecimento ilícito desta, às custas de seu ofensor. Recurso Provido." (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul ? Apelação Cível ? 9ª. Câmara Cível ? nº.70007325822/2003 ? Comarca de Porto Alegre - Fonte: www.tj.rs.gov.br)

"CONDOMÍNIO ? ANIMAL (CÃO) EM APARTAMENTO ? Liminar que possibilite a permanência de um cãozinho poodle toy em apartamento habitado par família com crianças, em prédio que possui regulamento proibitivo de presença de animais de quaisquer espécies, deverá ser emitida, inaudita altera parte (art. 804, do CPC), para garantia de executoriedade da provável sentença que favoreça a convivência do homem e animal. Provimento." (TJSP ? AI 287.533-4/1 ? 3ª CDPriv. ? Rel. Des. Ênio Santarelli Zuliani ? J. 01.04.2003) JCPC.804 ? Fontewww.tj.sp.gov.br

"CONDOMÍNIO ? CONVENÇÃO ? Cláusula impeditiva da presença de animais. Cão da raça Lhasa Apso, de porte pequeno e dócil. Regra a ser interpretada de acordo com a finalidade preconizada nos artigos 10, III, e 19, da Lei n. 4.591/64, sob pena de configurar abuso. Ação movida pelo Condomínio para condenar o dono a retirá-lo do prédio julgada improcedente. Precedente da Corte. Recurso improvido." (TJSP ? AC 117.043-4 ? 3ª CDPriv. ? Rel. Des. Carlos Roberto Gonçalves ? J. 30.01.2001? Fonte: www.tj.sp.gov.br)

"AÇÃO DE DESPEJO POR INFRAÇÃO CONTRATUAL CONSISTENTE NA MANUTENÇÃO DE CÃO DE PEQUENO PORTE EM APARTAMENTO EM CONTRADIÇÃO COM O REGULAMENTO DO CONDOMÍNIO ? Sentença de improcedência. Julgamento antecipado da lide. Necessidade de produção de prova oral a fim de verificar se a presença do cão causa transtornos aos demais condôminos. Interpretação finalística da cláusula proibitiva. Procedência do recurso para cassar a sentença permitindo a produção de prova oral. (IRP)" (TJRJ ? AC 25957/2001 ? (2001.001.25957) ? 3ª C.Cív. ? Rel. Juiz Subst. Gabriel Zefiro ? J. 13.12.2001? Fonte: http://www.tj.sp.gov.br/)



DICAS PARA ASSEGURAR A PERMANÊNCIA DOS PETS:


Respeito ao horário de silêncio: Do ponto de vista legal, a perturbação do sossego da vizinhança por ruídos de animais só se caracteriza se o barulho for produzido durante o horário de silêncio.
Esse período, que é noturno, é estipulado por lei municipal e, normalmente, determinado também por norma interna do condomínio. Ocorre, em geral, entre as 20 e as 8 horas. Um cão que late, uiva ou chora no período de silêncio só pode causar reclamações. Será difícil encontrar quem defenda a presença dele no local.
Dica para um cão não ser espalhafatoso no alarme: se o cão não pára de latir ao ouvir barulho no corredor, por exemplo, ensine-o a ser menos barulhento. "Depois de ouvir o cão latir duas vezes, espirre água gelada no focinho dele quando começar a latir pela terceira vez e diga, ao mesmo tempo, ´quieto´, com firmeza, para interromper a ação", ensina a treinadora especializada em comportamento canino Cláudia Pizzolatto.
Dica para não estimular latidos: dois cães latem mais que um só. Um gato, muitas vezes, é a melhor opção para fazer companhia a um cão que vive em condomínio. "Além de pequeno, silencioso e higiênico, o
gato não precisa ser levado para passear e pode conviver em harmonia com o cão quando os dois estiverem acostumados um ao outro", sugere Cláudia Pizzolatto.
Manter a higiene e a saúd : O respeito a terceiros na vida em comunidade se dá com atitudes como manter os animais vacinados, zelar pela aparência saudável deles e deixá-los limpinhos, sem exalarem mau cheiro. Os espaços pertencentes ao condomínio não devem ser usados como banheiro pelos animais. O condômino, ao sair com seu pet, precisa estar preparado para os imprevistos levando consigo um saquinho para recolher dejetos. Dessa maneira, os demais moradores não terão por que temer pela própria saúde nem pela de seus filhos.Quanto aos cães, a questão do "banheiro" pode variar. Há exemplares que se adaptam bem a fazer as necessidades em uma área determinada da casa (tradicionalmente na de serviço, num cantinho coberto com jornal). Mas há os que não aprendem a ter um só lugar para fazer as necessidades, sujando tapetes, sala de visita e outras áreas. Sair com eles para se aliviarem significa garantir a higiene da casa. Outros cães se recusam a sujar onde vivem, às vezes até porque, quando eram filhotes, ficaram traumatizados por apanhar quando fizeram necessidade no apartamento ou pelo dono ter esfregado o focinho deles nas fezes e gritado. Nesse caso, não levá-los à rua para se aliviarem pode resultar em problema de saúde, como infecção urinária, de tanto segurar o xixi.
Não intimidar condôminos: ninguém vai defender a permanência de um pet num prédio se ele já agrediu um morador, o ideal é que a circulação com animais pelo condomínio seja feita sem causar intimidação. Boas medidas para isso são usar somente as passagens e os elevadores de serviço.Se o pet for pequeno, pode ir no colo ou em caixa de transporte. Convém conduzir um cão de grande porte em guia curta e com focinheira e, se for de raça polêmica como o Pit Bull e o Rottweiler, mesmo quando sociável, bem-educado e obediente, é melhor adotar precauções adicionais para evitar medo nos condôminos.
Proporcionar um adequado grau de atividade ao animal: A necessidade de exercício varia bastante conforme o animal de estimação. Em geral, os que mais precisam queimar energias em ambiente externo são
os cães, mas em graus diferentes em relação ao cão, lembre-se: deixá-lo cansado é um bom jeito de fazê-lo feliz. Acorde uma hora mais cedo e pratique com ele uma boa caminhada diária. "Há benefícios adicionais, como o estímulo mental e a ativação do fator matilha, que faz muito bem ao cão, pois na visão dele os dois estão "saindo para caçar", atividade ao mesmo tempo divertida e útil para estreitar relações com o dono, resultando em maior obediência", comenta Cláudia Pizzolatto.



Considerações Finais

Grande parte dos problemas judiciais ainda são causados pela falta de tolerância e afetividade entre vizinhos, e que o segredo para que as pessoas passem a conviver em harmonia está justamente nesses fatores. A vida em condomínio implica convivência, e para que ela seja bem sucedida, ela precisa ser de qualidade. O limite de tolerância é maior quando há afeto nas relações.
Então o que seria indicado para os vizinhos é que interajam e promovam relações e vínculos afetivos aumentando assim a chance de um maior entendimento e não tendo assim a necessidade de recorrer a justiça num primeiro momento.
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Fontes de Pesquisa
Site: Suprema Cultura
Direitos e deveres dos condôminos: http://www.arcabrasil.org.br/
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Por Sandra Lemos

Billy está dodói !!!

Oi Pessoal, hoje estou muito triste!

Meu Billy amanheceu vomitando muito. Corremos com ele ao veterinário e foi constatado que ele esta com gastrite.....Pois é.....agora nesse momento ele está no sofá amoado me olhando com aquela cara de dó....aiaiai.....Ele tomou 3 injeções....tadinho!!! Gritou até......


Agora está de dieta comendo papa de frango com arroz, tomando água de côco e activia.....


Peço a São Francisco de Assis que cuide do meu bichinho, pois ele é minha alegria !!!


Orem por ele pessoal......


obrigada,


Berê - Salvador - Bahia