PRAGA DE (NÓS) WHIPPETS....

Por: Katrina&Howard


Calma canídeos e gentes não é mais um vírus, peste, ou que seja mais.

Eu, Katrina, estou assumindo a comunicação do Howard, só por uns dias.
Ele se acidentou hoje, caindo dum deck lá no jardim.... agora mesmo estamos esperando pra buscar ele na clinica.

Aconteceu o seguinte, gostamos do deck nas bananeiras, porque ficamos vendo a cachorrada que passa na rua... e fazemos um barraco danado, latimos, eu a Lila e o Howard. Só que hoje o Mané do Howard se empolgou tanto que despencou lá de cima, a altura é baixa, mas ele se feriu nuns bambus, um corte feio. Dava pra ver os músculos, tecidos.. e muito sangue.

O Chefia e o Tio Rob correram logo, e levaram para uma clínica recêm inaugurada aqui perto. O Chefia descobriu olhando o buraco na perna do Howard, que é tudo oco, segundo ele, não temos recheio de gordura nenhuma....

Bom, daqui há pouco vão buscar ele na clínica. Aguardem notícias.
KATRINA substituta.

GREYHOUND - RACING - V

Por: Ricardo Coacci



O Greyhound é considerado o rei do racing, ou corrida com isca, essa corrida é a mais antiga competição de cães.
Séculos atrás Ovid, historiador Grego (17 a.C/63 d.C), escreveu a primeira descrição, que se sabe, sobre corridas. Ele descreveu em versos, um Greyhound caçando e abatendo uma lebre.
O racing apareceu nos Estados Unidos em 1890 sob a supervisão do National Coursing Association, a qual cada ato era registrado numa agência e mantido no Sutd Book em Abilene, Kansas. A princípio houve quem pensasse que tal atração seria capaz de reter o público depois das corridas de cavalos, mas a inovação foi um fracasso. Surgiu então a idéia: não eram as corridas de Lebréus comparadas às corridas de cavalo? Bastava organizá-las independentemente dos espetáculos hípicos, quando as pistas já não estivessem ocupadas com os puros-sangues, ou seja, à noite.
Assim dirigiram-se os projetores às pistas, lançando uma luz potente sobre os Lebréus corredores e deixando os espectadores às escuras; o racing teve um êxito imediato. Um público cada vez mais numeroso começou a ir aplaudir e apostar, temperando as cálidas noites da Flórida, mas também era um encontro de centenas de criadores no Texas, Oklahoma, atraindo de 300 a 3.000 espectadores. As corridas em Abilene aconteciam duas vezes por ano, uma na primavera e outra no outono.
Em 1912, antes de voltarem à Grã-Bretanha, as corridas de Greyhound já tinham se estendido de Miami a Massachussets e outros estados dos EUA. De fato, em 1926, o norte-americano Charles Munn, com a ajuda de um juiz de coursing inglês, o major L. Lyne Dixon, de Sir Willian Gentle e de alguns financiadores, impôs este desporto na Inglaterra. Construíram grandes cinódromos como o de Bellevue, perto de Manchester, ou White City Stadiun, em Londres, acabado em 1927, edificados depois mais outros trinta.
Lembramo-nos de que se o racing se tornou tão popular, isso se deve em grande parte a um Lebréu, o famoso Mick the Miller, cuja brilhante carreira teve lugar no início dos anos 30 e que ainda hoje continua a ser para os ingleses o maior Greyhound de corrida. Entre os famosos cães ingleses de corrida, foram mencionados no artigo do Coursing and Racing: “Bad at the Bowster”, uma cadela de cor “red-and-fawn”, que mesmo pesando só 44 libras, era uma vencedora freqüente; Coomassie, o menor Greyhound a vencer a Waterloo Cup; a cadela Fashion, Miss Gledine, Thougtless Beauty, Lady Lyons, Long Span e Fullerton.
Com esse novo esporte, a raça experimentou uma segunda mudança que longe de lhe ofuscar o prestígio, aumentou ainda mais sua reputação de Galgo, e até de animal doméstico mais rápido da terra. Na Grã-Bretanha, o Greyhound continuou a ser essencialmente um cão de trabalho; para cada ceinquenta corredores há apenas um animal de exposição ou de companhia, mas também tem havido casos em que cães de trabalho ganham nas exposições; os exemplares inscritos em The Kennel Club são Galgos muito esportivos e velozes. Os Galgos de corrida e Galgos de exposição são dois tipos distintos.
Nos primórdios, em grandes áreas abertas onde eram impossível ao caçador aproximar-se da caça, foi que o Greyhound deu a sua maior contribuição ao homem. Sua excepcional acuidade visual e grande velocidade permitiam-no localizar e perseguir uma lebre matando-a ou apreendendo-a até a chegada de seu dono, sinalizando com latido.
Foram necessárias algumas mudanças nas regras de lá para cá, mas a conduta permanece a mesma. Essa competição é praticada num recito com pista elíptica, os cinódromos, compreendendo duas linhas retas e duas em semicírculo, paralelas.
A pista mede habitualmente 480 metros e o piso pode ser de areia, saibro ou relva. A isca é presa a uma corda que é presa ao solo, guiada por uma haste acionada por motor elétrico ou instalada num carrinho que desliza sobre um trilho. Os seis ou oito cães, com capas numeradas, saem de caixas com abertura simultânea.
A cronometragem pode ser eletrônica, com photo-plinish na chegada. O cinódromo tanto pode ser uma instalação elementar, que tem de ser completamente segura para que os cães não se machuquem, como podem ser um verdadeiro estádio, como milhares lugares para o público e arquibancadas cobertas, projetores para as competições noturnas e etc.
Essas diferenças de infra-estrutura mostraram a diversidade de recursos desse desporto, tanto na Grã-Bretanha como no resto da Europa, de fato na Inglaterra é um esporte altamente profissionalizado e assemelha-se em organização às corridas de cavalos.
Nos países existentes há uma centena de cinódromos, dez deles se encontram na Inglaterra.
Todos os anos essistem as corridas, mais de seis milhões de espectadores e nelas participam por volta de vinte mil Greyhounds. O total de prêmios eleva-se a várias dezenas de milhões de libras (dinheiro da época em que a matéria foi publicada) e as apostas movimentam mais de quinhentos milhões. Como acontece com os cavalos de puros-sangues, existem regiões especializadas na criação de Greyhound de corrida, sendo a Irlanda a de maior reputação.
As corridas com apostas também são muito desenvolvidas na Austrália, mas é nos EUA, em especial na Flórida, que elas atingem sua máxima dimensão. Prova disso são as apostas que ultrapassam os três “bilhões de dólares”. Essa situação em nada se assemelha à da Europa Ocidental, onde as corridas de Galgos têm um caráter essencialmente esportivo. O Greyhounds não é a única raça participante: os Afghans hounds e os Whippets também são excelentes desportistas.
O racing implantou-se graças à União Internacional de Corrida de Lebréus (UICL), organismo internacional que não é reconhecido pela Federação Cinológica Internacional.
Na Europa as corridas de Galgos foram dominadas, durante anos, pelos alemães, holandeses e suíços.
Embora a criação de Greyhounds tenham um nível excelente, em relação à dos países anglo-saxônicos, há falta efetivos de meios financeiros e de atenção por parte da imprensa.
Aqueles que consideram o Greyhound mal e impossível de treinar estão enganados, pois esse cão é bastante tranquilo e discreto em casa e não esconde o afeto transbordante que sente pelo seu dono. É um cão muito fino, muito flexível, mas de linhas harmoniosas e, onde quer que ele vá com seu dono, chama muita atenção e interesse.
Há vários canis que criam pra exposição, mas mesmo sendo da grande beleza e da origem aristocrática, poucos são os criados como cães de companhia.

QUEM TEM GALGO, TEM UM ZOOLÓGICO INTEIRO

Por: Rosana, Maya e Zarah

Olá amigos donos de whippets, estou aqui com meu coração na mão com todos estes episódios de patinhas quebradas, os whippets são mesmo muito levados, a minha Zarah pulou de uma altura de 2,30 metros pelo buraco da escada direto para o sofá que fica embaixo, não quebrou nada, mas ficamos bem espertos com a capacidade de dar saltos dela e com a falta de medo de altura.



Os whippets são fantásticos, tenho um teoria que eles são a mistura de vários bichos em forma de cachorro, vocês já tiveram a sensação de que ao invés de um cachorro tinham um canguru, coelho, tatu, furão, veado ou até mesmo um gato bem manhoso que fica o dia inteiro deitado e colado em você?


Pois é, cada vez descubro um bicho diferente nos meus whippets, um dia elas são cangurus pulando em quatro patinhas, pulando em lugares que jamais pensei ser possível, outro dia são furões se enfiando em baixo das cobertas, ou tatu cutucando tudo com o focinhão, no parque são felinos correndo a velocidades incríveis...

Quem tem um whippet não tem só um cachorro, tem um zoológico inteiro dentro de um mesmo animal.

Melhoras aos que estão dodóis, aguardamos noticias.

beijos alegres e saltitantes
Rosana, Maya e Zarah

TUTI E TWIGGY INSEPARÁVEIS

Por: Twiggy e Família


Pessoal,


obrigada por todas as mensagens de apoio à recuperação da minha cristalzinha.

Twiggy, ao que se pode ver, está totalmente perdoada pela irmã. Aliás, o mais difícl na espera da recuperação é fazê-la desistir de grudar seu corpo com a outra. Mas só mesmo este contato para fazê-la dormir sossegada, enquanto eu fico atenta ao menor gemigo de dor.

Triste saber que tantos outros magrelinhos também se feriram, mas foi um alívio para minha consciência pesada de tê-las deixado brincar sob meus olhos com tanta fúria. Fica sempre a certeza de que eu poderia ter evitado. Afinal, eu estava ali.

Também foi aliviador saber que nao somente eu optei por esse procedimento digamos mais rústico.

Denise da Chara, talvez você nâo ligue uma pessoa que conversou com você no Jardim de Alá e que queria uma whippet feito a Chara. Mas sou eu. Não faz isso nao, de postar foto da Chara. Ela é irresistível e com o andar da carruagem esse meu plano de um clonezinho da Chara vai ser adiado por um bom tempo. Nem preciso explicar o porquê, né.

Uma dessas duas magrelinhas mostradas pela Denise ia ficar comigo, mas enrolei, cozinhei e quando me foi perguntado se eu me importava de irem juntas para uma outra casa não pude ver solução melhor.

Um abraço a todos,
Roberta

Twiggy, Tutti Frutti e Família

NINA RICCI DODÓI

Por: Denise Finotti




Nina Ricci, uma das italians de Copacabana, está com 3 dedinhos da patinha quebrados, porque pulou do sofá e se machucou. Está de repouso por uns 15 dias e sua irmãzinha teve que se afastar dela, para não machucá-la mais ainda.



Enquanto isso, longe de casa, sua irmãzinha gêmea Chanel faz a festa e não parece muito triste em ter que tirar umas férias forçadas.
Depois de tudo que lemos aqui, vamos tomar o maior cuidado com as brincadeiras entre a Chara e os hóspedes. Ela é uma "tia" e tanto, brinca, banca a babá, defende, mas é muito estabanada ao brincar com os filhotinhos.
Os irmãozinhos delas também já ficaram uma temporada conosco. Os nomes deles agora são Joaquin Runer e Speed Racer.





TAMBÉM QUEBREI A PATINHA

Por: Fernando, Radija e Serena


Olá Família Tutti!

Fiquem tranquilos, ela vai se recuperar bem!

Só tem que ter cuidado nessa fase de resguardo. Radija quebrou a pata no mesmo lugar, vi pelo raio X, o osso dela estava igual ao da Tutti.
Hoje faz um mês que isso aconteceu, ela estava sozinha em casa e caiu da cadeira, é o que supomos, e parece que foi logo pela manhã, eu só cheguei em casa a noite, ou seja, ela passou o dia inteiro sozinha com Serena, a irmã, e sofrendo, pois deve ser muito dolorido; ela ainda foi me esperar na porta, e deu um pequeno gemido.
Eu quase morri na hora, sei exatamente o que você passou, pra mim só não foi pior porque eu já havia passado pelo mesmo com Epicuro, um filhote que também quebrou a pata (traseira) com apenas 4 meses; com ele fui em duas clínicas e ninguém queria se responsabilizar até que levei na USP e fizeram a tração e a imobilização. Ele ficou ótimo, sem sequelas, sem calo, calcificou otimamente e ele hoje é perfeito.
A Radija ainda está com a tala e tira daqui a 15 dias, a previsão inicial foi de 45 dias imobilizada, o veterinário fez uma sedação, pois do contrário ela não aguentaria a dor e colocou o osso no lugar, disse que faria isso a princípio, se não resolvesse, aí então se pensaria em cirurgia e colocação de placa, acho que você tomou a decisão mais acertada.
Não consegui fazer nenhum dos dois usarem o colar elizabetano, me parece que não tem na medida para whippet e também não dei cálcio para não haver rebote, mas aí é de cada vet.
Enfim, fiquem certos que vai tudo se resolver, o pior é só o susto.

Com a Radija outro susto, com alguns dias a tala saiu no meio da noite, mas voltamos na clínica e colocamos de novo, fora o susto e a noite inteira sem dormir, só olhando pra cara dela sem a tala e esperando o dia a raiar pra levá-la a consertar, tudo normalizado novamente. Este segundo médico que nos atendeu passou Condromax, que é um polivitamínico. As despesas foram muitas, estou no vermelho, mas problema resolvido, é para isso que serve o dinheiro. Por favor mandem notícias, queremos acompanhar esta querida na sua recuperação.

- Na foto de cima Radija com sua 2ª tala e aqui Epicuro, que já tem 11 anos, na casa de minha mãe em Recife, já nem lembramos mais qual perna ele quebrou.

Nesta última, Radija e sua irmã Serena.

Aguardamos por notícias!
Cheirinhos em todos!!!


Leia também: Acidentes - Todo Cuidado é Pouco
Matéria postada quando a linda Radija quebrou sua patinha.

TUTI COM MULETA

Por: Twiggy e Família



PATA QUEBRADA - INTERVENÇÃO CONSERVADORA

Por: Twiggy e Família

Oi donos de galgos.

A Debora como sempre me ajudando. Mas enquanto ela fazia perguntas para a outra super prestativa Liliana, me deu cinco minutos e andei com os procedimentos aqui. Espero ter optado pelo melhor, mas se o desenvolver da estória nao for como o esperado, espero que meu episódio possa ajudar a outros donos de IGs. Certamente muitos outros vão se quebrar ainda, quanto mais se tiverem uma whippet (sobrinha do Zé Magrelo..rs) enlouquecida por brincar como a minha Tutti.

Bem, eu tenho pavor a procedimentos invasivos e a anestesia. Coisa pessoal fruto de estória pessoal. Corri atrás de pessoal da Rural e um veterinário recém especializado em ortopedia pela Rural veio aqui junto com a pessoa que me vendeu a Tutti (tambem vet ). Expus toda a situação, que cada um tinha uma escola diferente, cada um um ponto de vista diferente e que eu estava totalmente perdida.

Esse veterinário foi contra a cirurgia pela idade dela, fragilidade da raça e pelo sofrimento e riscos oferecidos por uma cirurgia. É ortopedista e resolveu nao anestesiá-la, nao interná-la e fazer a tração seguida de muleta de Tomas. Eu topei. Foi tudo de uma hora para a outra, de repente. Resolvi aceitar os riscos. Ela foi sedada mas ficou acordada, gritou um pouco, e está muito triste. Terá que ficar amarrada ao pé da mesa por 2 semanas. Nao posso deixá-la solta e não aceitei deixá-la em gaiola. Coloquei um edredom na sala, por onde passamos todo o tempo e aqui ela está amarrada. Quando tenta andar ela cai, pois a muleta é feita de modo a não deixá-la tocar o pé no chão. Parece um besouro quando cai de barriga pra cima. Terá que ficar afastada da Twiggy pelos 15 dias. Estou deixando as duas deitadas juntas só enquanto estou também do lado. Mesmo com a perna quebrada ela pula para cima do sofá, para a cama, não para.

Ele me disse que demorei muito para fazer o procedimento pois tudo aconteceu na quarta bem tarde da noite. Mas ela estava muito inchada até hoje cedo. Só que por ser filhote já se formou um pequeno calozinho, o que inevitavelmente vai deixar uma pequenina sequela estética, mas que nao causará dor nem dificuldade de mobilidade. Ainda assim ele preferiu não operá-la.

Nao sei se foi a decisão mais acertada, mas foi como me senti mais confortável no momento.
Bem pessoal, nós donos de galgos e que nao somos especialistas ficamos sempre divididos ao optar por esse ou aquele procedimento. Tomara que tudo dê certo e fica aqui esse capítulo para ajudar futuros donos com futuras fraturas. Em uma semana ela terá nova radigrafia para ver como as coisas andam. Espero poder mandar notícias boas sobre sua recuperação. Com certeza o feriadão da Tutti aqui no Rio (semana inteira) será regado de muito colo e donos com viagem desmarcada. Mas o que nao fazemos por esssas criaturas, nao é?

Twiggy, Tutti Frutti e família

SENTA, DEITA E PARADO - IV

Por: Fúlvia Zepilho



Ensinando o DEITA
Deita é um exercício totalmente novo do ponto de vista do cão, mas você tem algumas coisas a seu favor. Ao ensinar o “Senta” com sucesso, você tem um cão que presta atenção em você. Ele também aprendeu os benefícios de responder aos seus comandos: petiscos, carinhos e elogios. Com estes parâmetros estabelecidos, ensinar o deita deve ser fácil, assim como qualquer outro comando que você o ensinar.
Como já dito antes, deita significa submissão. Muitos cães independentes não querem se submeter. Eles podem questionar seu direito de pedir isso. Deitar também coloca o cão em uma posição vulnerável. Se ele não está confortável com o lugar onde está, pode não deitar porque sente que está vulnerável.
Os passos para se ensinar o “Deita” são:

- Comece em um lugar calmo e sem distrações. Ganhe a atenção do cão com comida.
- Coloque o cão na posição sentado ao seu lado esquerdo. Coloque sua mão nas costas do cão e segure um petisco com sua mão direita. Você pode ficar parado ou ajoelhado, o que for mais confortável.
- Segure o petisco perto do nariz do cão. Diga “Deita” e leve o petisco devagar em direção ao peito do cão e ao chão. Mover sua mão do nariz do cão ao chão se tornará o sinal (comando gestual) para o deita. Eventualmente, você conseguirá fazer um movimento curto no ar com sua mão para fazer o cão se deitar a qualquer distância.
- Deixe seu cão comer o petisco enquanto você o elogia.


c u i d a d o :
Evite fazer seu cão se deitar empurrando a cernelha dele. Os ombros dele são seguros no lugar por músculos e ligamentos. Empurrar a cernelha pode deslocar os ombros.

- Quando seu cão estiver deitado, segure-o gentilmente no lugar enquanto o elogia. Você pode pisar na guia ou manter sua mão nas costas dele. Não o liberte até que ele esteja relaxado e deixe que você o mantenha nesta posição. Fazer com que ele aceite ficar deitado pode levar várias sessões.
- Faça de cinco a seis repetições e então faça outro exercício. Repita uma ou mais séries durante a sessão de treinamento. Continue a praticar até que você consiga manter sua mão esquerda longa das costas do cão. Quando você terminar de praticar este exercício, liberte o cão com o comando que você escolheu para isso (“Ok” ou qualquer outro).
- Se o seu cão se recusa a deitar, ou não permanece deitado, olhe o relacionamento que você tem com o cão e volte para o exercício de atenção. Você pode ter que reforçar essas áreas antes que seu cão aceite deitar, principalmente se ele for dominante.
- Assim que seu cão prontamente se deitar (quando estiver sentado), tente fazer com que ele deite estando em qualquer posição. Enquanto ele estiver parado, fique ao lado direito dele e coloque comida na sua mão esquerda. Diga “Deita” enquanto abaixa a mão até o chão. Algumas vezes as pessoas só ensinam o cão a deitar a partir da posição sentado. Elas não conseguem fazer o cão deitar, a menos que ele se sente primeiro. Para evitar isso, faça o cão deitar a partir da posição parado. Eventualmente, vá para o outro lado e todas as posições em volta dele quando pedir para ele deitar.
- Comece a adicionar distrações a partir do deita. Trabalhe em diferentes locais, em diferentes condições. Não se esqueça de voltar a ajudar o cão se as distrações o fizerem se distrair. Diminua a distração e tente novamente.

Deitar pode ser um exercício muito frustrante de ensinar. Cães com alta energia não conseguem se acalmar tempo o bastante para permanecerem deitados. Cães independentes têm outros planos e cães inseguros podem se sentir dominados nesta posição. Não se desespere, com paciência e persistência você conseguirá fazer esse execício.

a t e n ç ã o :
Não comece a dar o comando “deita” a dez passos de distância quando você acabou de fazer o exercício ficando ao lado do cão. Muito longe rápido demais. Vá um passo de distância, depois dois passos e assim por diante.

TWIGGY E TUTTI ANTES DO ACIDENTE

Por: Twiggy e família


 





IG DE PATA QUEBRADA

Por: Twiggy e família

Há mais ou menos 1 mês, nossa Twiggy (whippet de 5 meses) ganhou uma irmazinha, a IG Tutti Frutti, caçulinha geral da casa. Nossa Twiggy está muito feliz com sua companhia canina. Dormem juntas, comem juntas, brincam juntas e se adoram. O problema sempre foi a correria das duas pela casa.
Sempre ouvi dizer que os galguinhos deveriam manter a calma no primeiro ano de vida. Mas controlar a vontade de brincar das duas é uma luta muito difícil. Sendo assim, o estrago foi feito. No dia em que completou 4 meses e enfim pronta para passear na rua, numa brincadeira de pega-pega a Tutti quebrou a perna. Isso foi agora, dia 8. Corri com ela às 11 da noite para uma vet aberta 24h em Ipanema e realmente ela tinha uma fratura completa. Está imobilizada, tomando antiinflamatório, mas terça-feira, mais tardar quarta, deve passar por uma cirurgia para colocação de placa. Eu ainda nao me resolvi sobre com quem e onde vou fazer a cirurgia. Estou aflita quanto à anestesia numa filhota de 4 meses e super chateada com todo o procedimento. Gostaria de saber se alguém de vocês leitores e participantes deste blog passaram ou conhecem situação parecida com a minha e como se desenrolou a recuperação.

Twiggy, Tutti e família

FELIZ PÁSCOA

Por: Monique, Felipe e Floriano

Olá Aumigos!!
Quero desejar uma Feliz Páscoa para todos e não esqueçam:
NÃO COMAM CHOCOLATES!!!



PS: Foi minha tia muito coruja que fez essa montagem de cachoelho e está mandando pros amigos dela no Orkut...

AMIZADE

Por: Elbony Tango - greyhound



Obrigado Debora & Zé Magrelo,
amigo é aquele que nas horas mais dificeis estende sua mão, aos mais necessitados.

Descobri em vocês o valor da palavra AMIGO

Obrigado.

GREYHOUND - O esporte - IV

Por: Ricardo Coacci

O esporte

Foto gentilmente cedida por: Arlindo Davi Marzari Bettker


O Galgo Inglês é um atleta famoso, capaz de atingir velocidades de oitenta quilômetros por hora. Como os ingleses, desde sempre grandes entusiastas das atividades ao ar livre, nunca deixaram de praticar a caça à lebre, foi Elizabeh I (1533-1603), apaixonada pela caça e pelos cães, quem pediu ao Duque de Norfolk que regulamentasse. Esta diversão constituía, desde há muito, um verdadeiro espetáculo em que dois Lebréus competiam em velocidade e sagacidade, para apanhar a lebre.
A atração que este desporto exercia aumentava devido ao entrecruzar de apostas, o que muitas vezes também provocava litígios, apesar de estar entre “gente do bem”. Assim, se um dos Lebréus apanhava a lebre e todo o trabalho havia sido feito por outro, qual dos dois merecia ganhar?
Como, nestes assuntos, as tradições diferiam de região para região, a regulamentação do Duque de Norfolk teve o mérito de impor uma interpretação única e absolutamente clara, que permite aos lordes fazer competir os seus Lebréus e apostar discretamente. O coursing inglês do século XVI surpreende pelas suas semelhanças com as corridas de Galgos organizadas pelos senhores celtas na região do Danúbio, tal como foram descritas por Arrio, administrador romano e escritor do século II. De fato, Arrio sublinhou o escasso interesse dos senhores pela captura do veado e a importância que davam a proezas dos seus cães. Em todo o caso é pouco provável que o Duque de Norfolk conhecesse os escritores de Arrio, pelo que a semelhança da captura no coursing talvez sela apenas casual, embora também seja possível que se tratasse de uma composição de persistência das velhas tradições celtas na aristocracia inglesa. Por outro lado, os espanhóis também mantiveram costumes com Galgos durante séculos.
Com o tempo, o coursing ganhou um considerável prestígio, a ponto de os entusiastas terem acabado por se agrupar e, clubes. A primeira reunião organizada em registro foi o famoso Swaffham Coursing Society, criado em 1776 por Lorde Orford. Este ficou célebre porque a famosa Czarina, vencedora de quarenta e sete corridas e que nunca soube o que era uma derrota, fazia parte de sua criação. Ainda por cima, depois de terminada sua brilhante carreira, aos treze anos, pariu Claret, que viria a ser o progenitor de Snowball, um dos famosos Greyhounds de todos os tempos.
Lord Orford também é conhecido por ter introduzido nos seus Greyhounds sangue de Bulldog, a fim de lhes dar mais valentia. Estes cruzamentos teriam dado origem ao pêlo curto, fino e brilhante do Greyhound moderno, à sua musculatura nervurada e também, segundo alguns, à sua pelagem tigrada. Embora H. Edwards Clarke fale desta infusão como de “uma famosa experiência de cruzamento”, a maioria dos especialistas não dá muita importância ao aporte do Bulldog e por outro lado, o Greyhound não tinha qualquer necessidade de sangue para se tornar o Galgo com as melhores capacidades do mundo, confirmando-se assim o fato de os diversos tipos regionais de Galgos Ingleses, de características diferentes conforme a natureza dos terrenos de caça, se terem fundido num só modelo.
Seja como for, não há dúvidas de que o Greyhound de competição nasceu entre finais do século XVIII e meados do XIX e que foi o resultado da seleção introduzida pela evolução do coursing, transformando durante esse período de tempo numa competição de alto nível.
Depois do Clube Swaffham, fundaram-se muitos outros durante os quarenta anos seguintes, entre os quais se deve citar Altcar Society (em 1825), que depois organizou a famosa Waterloo Cup, uma nova grande prova do coursing inglês. Como afirmou um entusiasta, “a Altcar está para o coursing, como o Epson está para as corridas de puro-sangue, Henley para o remo, Wimbledon para o tênis e Lords pra o críquete”.
Em 1836, Sr. Lynn, proprietário do hotel Waterloo, organizou oito competições com o nome de Waterloo Cup. A corrida inaugural foi em Lord Sefton estado de Altcar. Na segunda corrida o numero de criadores passou de apenas um para dezesseis e em 1838 esse número dobrou. Em 1857 foram promovidas 64 competições, tal qual as outras.
Somaram-se à Waterloo Cup, “Waterloo Purse e a Waterloo Plate”. A fundação em 1858, do National Coursing Club, organismo consultivo de que fazem parte diversas associações regionais, assinalou o momento culminante da disciplina. Foi a National Coursing Club que inaugurou o Greyhound Stud Book ou o livro específico da raça, em 1882. Em todo caso, o Greyhound ficaria fora da esfera da cinofilia nascente, pois na Inglaterra segue-se a regra que os cães de trabalho sejam eles Greyhounds, Fox Hounds ou Border Collies, devem ter um livro de origem distinto dos livros do The Kennel Club.
Evidentemente, o coursing é um esporte da elite, a Waterloo Cup sempre teve uma ressonância na imprensa e entre o grande público (e ainda hoje continua a tê-la), mas tem de se reconhecer que é impossível reunir os espectadores necessários que apreciem pelo seu justo valor essa competição, na qual a captura da lebre não passa de uma desculpa.
Por essa razão, os ingleses tentaram inventar um esporte-espetáculo que fosse acessível ao público e dado o entusiasmo pelo jogo, o dinheiro existente no país, capaz de servir de suporte os jogos de apostas.
Começaram por organizar corridas de perseguição em campo fechado, a fim de que o público as pudesse seguir melhor. Este empreendimento, que teve certo êxito, provocou a ira dos verdadeiros entusiastas do coursing em campo aberto. “A organização do coursing de campo fechado, tal como se tem podido ver nos campos de corrida de Kempton Park e Gosforth Park, alerta às condições do desporto. Além de atentar contra o prestígio de velhas tradições como as provas da Waterloo Cup, da Altcar Society”.
Mais tarde o entusiasmo voltou-se para a rabbit-coursing ou corrida de perseguição ao coelho, que se teve certo êxito, sobre tudo nos meios hípicos.
Os Fox Terries utilizados nessa modalidade foram então cruzados com pequenos Galgos, dando nascimento a uma primeira versão do Whippet. Nas regiões industrializadas do centro e do norte da Inglaterra, os mineiros e os operários têxteis simplificaram o rabbit-cursing fazendo correr os cães em linha reta; ajudantes especializados “soltavam” os cães em direção a seus proprietários. Que os encorajavam agitando pedaços de panos. Essas corridas aconteciam em pistas de cerca de 180 metros e as apostas subiam como “espuma”, mas continuava havendo um risco, o “largador” podia ser menos ou mais rápido – e, às vezes, até houvessem quem lhes pagassem para não serem tão rápidos-, o que falseava o resultado.
De todos os modos, os veados deixaram de ser usados para fazerem os Galgos correrem e em 1876, os ingleses inventaram, em Welsh Harp, perto de Hendon, uma corrida de Greyhound com lebres mecânicas, ou seja, um carretel, que corria por uma corda, em que uma lebre embalsamada era presa. O invento apesar de ter sido aceito com entusiasmos, e até publicado pelo “Times”, não teve seguimento por que além dos galgos ficarem desorientados, o aspecto técnico dele não estava apurado e as máquinas não eram confiáveis.

Fulerton, vencedor da Waterloo Cup em 1889, 1890, 1891 e 1892. "Kennel Secrets", 1893.

CARNAVAL

Por: Zinho-whippet

Oi gente,

Sei que estou um pouco atrasado para este tema, mas é que mamis se atrasou com relação às fotos... vejam só como elas ficaram...

A mamis levou um tempão para descobrir como se faz o turbante e quando ela descobriu, ainda teve que se virar para colocar duas aberturas pras minhas orelhinhas.

Mas acho que ficou super legal, vocês não acham?


Eu vou me vestir de Gandhy pra encontrar o meu amor, eu vou, eu vou, eu vou...


... ajari-ô... meu colar azul é seu... Seu olhar de mel é meu...

MEUS HERDEIRINHOS NASCERAM - Por Zé Magrelo

Por Zé Magrelo:


Amigos do Coração, minha família está completa!

Finalmente.. meus filhos, meus e da minha esposa Windy nasceram!


O 1º a nascer é um meninão cinza, é a minha cópia..hehehe

Apelidado de Zé Jr, o bichinho é gordinho, comilão e preguiçoso... chegou morrendo de fome.
Ele estava dormindo bem na porta e não deixava os outros nascerem, veio praticamente empurrado.

A bolsa estourou no carro, imaginem a confusão.. mas deu tempo de chegar na clínica antes do nascimento.. eita criançada doida





Nasceu a 2º herdeira.. uma meninona linda e sem vergonha, já 

brigou com o irmãozinho pelo peito da mamis, é cinza lindona, elegantérrima.. com o pescoço branco, as patinhas brancas e a pontinha do rabo branca.. Ahh.. tem uma manchinha branca na testa também..rsr

O veio correndo atrás.. é mais um machinho
branco tigradinho de cinza.. um piratinha, tem um olhinho e uma orelhinha escura e o focinho bem rosa, está sendo o xodó la na clínica. Tem o focinho bem rosinha e estão falando que suas unhas são lindas..rrs

O 4º já está se manifestando.. rsrs
Geeeeente, o 4º demorou, quase entramos em pânico.. ele queria ficar lá, mas nasceu e é mais um machinho pirata..rs Bem branquinho com um pedacinho só tigrado. Eu não vi, mas estão dizendo que é o mais bonito. Mas para o povo lá da clínica, pelo que reparei, o último que nasce é sempre o mais bonito...rsrs Fica todo mundo babando!
Não tem uma foto só dele logo após o nascimento porque todos estavam tão ansiosos e nervosos com a demora que quando ele nasceu ninguém se lembrou da foto. .rs Mas, na foto ao lado, é ele que está na brtinho da mamis mamando.
Mas olha o babado, falaram que todos são a minha cara, disse que nenhum puxou a mamis, até mesmo os branquinhos.. rrss Vê se pode, isso? 

Ainda falta mais um, menino ou menina? Torço por uma menina branquela, torçam comigo..
Gente tá demorando, e eu estou endoidando..

Depois de muito tempo.. em agonia pura..

Nasceu a nº 5, minha filhona preguiçosa.. 
quase mata o pai do coração, estava lá no cantinho e não queria sair.

Mas ninguém vai acreditarrrrrrr, mamis gritou quando soube.. minha segunda mamis cybele até se assustou com o grito, veio correndo para saber o que aconteceu.

Adivinhem???? Minha mamis sonhava (tanto dormindo, quanto acordada) com uma menina branquela, que já tinha até nome BLANCHE.. e adivinhem.. é justamente a Dona Blanche que estava lá fazendo todo esse suspense!

Todos achavam quase impossível eu ter uma filha branquinha, mas mamis falava, "vamos aguardar, ela vai ser a última e vai matar a gente do coração."

Foi a última e quase matou mesmo..hhihih
E tem mais... tia Tânia disse que ela até já atendeu pelo nome.. rs
Mas deixa eu contar tuuudoo.. a Blanche é muito folgada, espaçosa e abusada.. ela nasceu no carrou, simplesmente a bichinha parou o trânsito em São Paulo!
Como ela não nascia, o vet falou para voltar para casa para ver se a Windy relaxava e aí foi só entrar no carro, dar uma voltinhas que a Blanche decidiu sair.. pelo jeito vai ser maria-gasolina.
Ela é toda afobada, demorou para nascer mas depois quis fazer tudo correndo, tratou logo de mamar e fazer cocô ao mesmo tempo..rrss

Amigos, estou radiante, agora tenho uma família completa.



Aliviado, realizado e hiper orgulhoso!

Quero logo conhecer minhas criaturinhas, cada um já tem um apelido:

O 1º é o Zé Junior, a 2º é a Fashion, o 3º é o Pirata, o 4º é o Pirata 2 e em 5º a linda Blanche.

Aguardem em breve eles estarão entre nós, brincando, correndo e pulando!
Não coloquei mais fotos aqui para a página não ficar muito carregada, mas visitem o meu Álbum de Família, lá tem várias fotos, uma mais linda que a outra, é só clicar nesse link.. http://www.flickr.com/photos/loucosporgalgos/sets/72157616237454879/detail/

CARRAPATOS E PULGAS - dicas

Por: Debora ♥ Zé Magrelo

Mais uma dúvida cujas resposta tem várias dicas interessantes.

"Olá !
Gente, estou muito preocupada ... 

Eu sempre coloquei frontline spray para prevenir pulgas e carrapatos, mas acho que não faz mais o mesmo efeito !!!
Eu coloco na Misha e 2 dias depois já vejo pulgas de novo. Qual é 
o método de prevenção que vocês usam ?
Deve ter algum que não seja toxico para os os galgos, mas que seja mais eficiente.
AJUDA , please !!!"
Bjos,
Renata e Misha."


Amigos, nossos veterinários responderam essa questão e complementaram com várias dicas interessantes e úteis. Vale a leitura. 

"Segundo o Dr. Fábio Bonardi, dono da linda whippet Hera, o problema da pulga é a infestação ambiental que ela causa. Cada pulga adulta bota em média 35 ovos por dia. Esses ovos não ficam no animal, eles caem no ambiente. Outra consideração é que para 5 pulgas adultas que você vê no animal corresponde pra 95 que existe no ambiente na forma do ovo, larva e pupa. 

A gente tem que avaliar se está tendo uma infestação ambiental ou se o método de aplicação está correto (3 dias antes ou 3 dias depois do banho).

No caso de uma infestação ambiental, recomendo fazer o uso de antipulgas com um prazo menor.
No caso do frontline fazer o uso não de 3 em 3 meses e sim a cada 30 dias. Outros antipulgas de uso mensal, recomendo fazer uso a cada 21 dias, sugere o Dr. Fabio.

Dra. Liliane, que possui os sapecas whippets Spirro e Pankeka, reforça que se tratando de pulgas e carrapatos é complicado um método totalmente eficaz.

Ela diz que os produtos pour on (aqueles colocados na nuca do animal) não são 100% eficazes se não tiver o controle do ambiente com pulverização específica para carrapatos e pulgas, devendo-se sempre pulverizar não somente o chão, mas também os muros (as fêmeas de carrapatos colocam seus ovos a 1,5 metros do chão) infestando assim o ambiente com milhares de larvas (micuim). Já as pulgas colocam seus ovos sobre o animal, tornando assim a infestação incontrolável.

Além disso, a Dra. Jacqueline, da filhotona whippet Phiorella, informa que frontline spray é mais usado na infestação de pulgas e carrapatos, pois eliminam de imediato as que estão no animal, mas é importante saber que ele não tem a mesma eficácia que o frontline plus (pour on) que age por até 30 dias, o spray dura bem menos devendo ser usado periodicamente, ou seja, conforme a necessidade de cada animal.

No caso da Misha pode ter ocorrido resistência ao produto, informa Dra. Jacqueline que também recomenda o Advantage Max 3 pour on, por ser mais indicado para os galgos e ainda prevenir contra o mosquito que transmite a leishmaniose.

Dra. Liliane também ressalta a importância do rodizio do principio ativo pour on. Não se deve todo mês colocar o mesmo produto (a mesma marca por exemplo), pois os parasitas acabam se tornando resistentes a determinada substância.

E complementa, devemos sempre escolher produtos de qualidade e eficácia comprovada já que o nosso clima é favorável para a multiplicação desses parasitas, mas não existem produtos milagrosos, se não houver o controle ambiente / animal o ano todo, dificilmente vamos ter sucesso nessa árdua tarefa."

LETÍCIA DANDO O JANTAR PARA A SUZIE

Por: Fúlvia Zepilho

Ontem, esse foi o jeito que a Suzie jantou: ganhou ração na boca, da irmã mais nova. Sou coruja mas... não foi lindo???

17º ENCONTRO DE GALGOS DO RJ - 05 Abril

PARABÉNS ZÉ & WINDY!!!! BEM-VINDOS FILHOTES!!

Por Fernando, Radija e Serena


Parabéns para toda família, Zé, Windy, Tia Débora.. e todos que participam desse momento tão lindo!

Ficamos todos emocionados!!

Muita sorte e felicidade para todos!!

Desejamos de todo coração

Serena, Radija e Fernando

ENCONTREI UM CÃO NA RUA. E AGORA?

Por: Renata Gondim

Para quem encontra um cão, lembre-se: todo o cachorro de raça perdido tem dono. Você pode até recolhe-lo, mas vai ter que tentar achar o proprietário. Se for um vira-lata, preste atenção se ele não é um desses cães que só está dando mesmo uma voltinha rápida. Siga-o por um tempo, caso contrário, você pode capturar um cão que não fugiu de casa. Todos os cães se acostumam a novos lares, desde que bem tratados. Mas jamais esquecem seu lar antigo. Podem inclusive desenvolver problemas sérios de ansiedade. Mas faça sua parte, avise a todos que está com o cão. Também cabe ao proprietário o interesse em procurá-lo, senão não é amado o suficiente, e realmente merece uma nova casa.

Aproximar-se do Animal
Se o animal parecer amigável e se aproximar a pedir festas, tente colocar-lhe uma trela (ainda que em material improvisado, um cinto por exemplo), pois é difícil controlar devidamente um cão segurando-lhe apenas na coleira, por exemplo. Se necessário, telefone a um familiar ou amigo pedindo-lhe que lhe traga uma coleira.
Embora alguns animais possam ser transportados ao colo, é preferível transportá-los ou conduzi-los de forma a serem facilmente controláveis e não conseguirem fugir novamente.
Seja cuidadoso ao lidar com o animal. Alguns animais podem ficar assustados com a sua tentativa de os controlar e poderão morder ou tentar escapar. Mantenha o animal calmo, abaixe e fale com ele em voz suave e tranquilizadora. Não corra atrás dele, isso pode assustá-lo! Oferecer um petisco poderá ajudar. Deverá ter cuidados redobrados se o animal parecer estar ferido ou estiver com muito medo.
Se o animal estiver ferido, nunca o deixe sem assistência! Contudo, deverá manuseá-lo com muito cuidado, pois mesmo um animal dócil e bem educado pode ser agressivo quando ferido e com dores. Tente recolhê-lo com a ajuda de uma toalha. Leve-o a um veterinário ou telefone a um veterinário que faça deslocações ao domicílio, explicando-lhe o sucedido. Não deverá partir do pressuposto que, no caso de o animal estar mesmo perdido, os seus responsáveis pagarão as despesas em cuidados veterinários.

Verificar Se o Animal Tem Identificação
Se o animal tiver uma plaquinha com um número de contato, deverá ligar para esse número. Se o animal tiver uma placa com o n.º de registo do centro de zoonozes, deverá dirigir-se ao canil municipal em questão, no sentido de obter o contato dos seus responsáveis (de preferência, deixe o seu contato e albergue o animal em sua casa ou na casa de outra pessoa que o possa acolher). Se o animal não tiver nenhuma identificação visível, deverá dirigir-se a uma clínica veterinária, no sentido de verificar se o animal tem um microchip.
Uma nota importante: se encontrar um animal com identificação, mas, infelizmente, moribundo ou já sem vida, ligue para o número de contacto. A família do animal gostará de saber o que sucedeu ao seu amigo, ainda que o desfecho não seja o esperado.

Recolher o Animal
Se o animal não tiver nenhuma identificação, tente albergá-lo em sua casa (ainda que limitado a uma divisão ou à garagem, por exemplo) ou tente encontrar alguém ou alguma clínica veterinária que o possa acolher temporariamente enquanto tenta localizar os eventuais responsáveis pelo animal. Desorientado e angustiado, se o animal for deixado na rua, dificilmente ficará no mesmo local. Muitas vezes, um dia ou dois dias de acolhimento fazem toda a diferença entre o animal regressar a casa são e salvo, ou ser atropelado ou desaparecer sem deixar rasto.
Evite entregar o animal num canil municipal. Infelizmente, a maioria dos canis municipais não oferece condições dignas aos animais, podendo estes ser sacrificados. Em alternativa, poderá dirigir-se ao canil municipal local apenas para deixar o seu contato e alguns dados sobre o animal encontrado.

Cuidar do AnimalOfereça ao animal acesso imediato a água. Um animal pode passar dias sem comer, mas a água é essencial. De seguida, alimente-o, de preferência lentamente, de forma a minimizar eventuais reações adversas. Mantenha o animal numa divisão calma e ofereça-lhe algo confortável onde descansar e, eventualmente, brinquedos para se entreter.
Esteja preparado para a eventualidade de o animal roer objetos que estejam ao seu alcance ou fazer as necessidades no chão. Tal atitude é perfeitamente compreensível e poderá suceder no caso de se tratar de um animal muito jovem ou de um animal muito angustiado por não se encontrar num ambiente familiar, por exemplo.

Procurar os Responsáveis Pelo Animal
Depois de o animal estar recolhido e em segurança, questione os moradores da zona em que o animal foi encontrado e esteja atento a eventuais folhetos sobre o desaparecimento do animal. É absolutamente indispensável afixar folhetos de divulgação na zona em que o animal foi encontrado, cobrindo a maior área possível.
Um cão assustado pode andar kilômetros , portanto distribua folhetos de divulgação no maior perímetro possível. Notifique também as clínicas veterinárias de todo a região e, eventualmente, nas regiões próximas. Se possível, anuncie o animal em jornais e estações de rádio locais.
Não coloque seu endereço nos folhetos de divulgação, inclua apenas contato telefônico. Especialmente no caso de se tratar de um animal de raça definida (sendo por isso "valioso" para algumas pessoas mal-intencionadas). Não descreva o animal na totalidade, oculte sempre uma ou duas características identificadoras, para depois obter uma descrição mais detalhada por parte da pessoa que o possa eventualmente entrar em contato. Antes de entregar o animal, deverá certificar-se de que a pessoa é realmente a responsável pelo animal, colocando-lhe todas as perguntas que julgar pertinentes.
Muitas vezes, os esforços de quem perde um animal e de quem encontra esse animal só se cruzam depois de um considerável período de tempo, na maioria das vezes, é recomendável aguardar pelo menos uma semana.
Depois de o animal ter regressado à sua casa original, deverá recolher os folhetos que afixou e informar às pessoas que o auxiliaram, inclusive clínicas veterinárias.

Se Não Encontrar os Responsáveis Pelo Animal
Se não for procurado num período de tempo razoável e não puder adotar o animal encontrado, deverá procurar um novo lar para o animal (informando, contudo, o adotante de que se trata de um animal que poderá estar perdido e que, por conseguinte, poderá ter de ser entregue à sua família original).
Entre em contato com familiares, colegas e amigos no sentido de saber se alguém estará interessado em adotar o animal. Poderá colocar apelos nos diversos recursos da Internet destinados a promover a adoção de animais.
Em qualquer caso, é essencial avaliar com cuidado o eventual adotante, de forma a confirmar se será realmente responsável. Infelizmente, esta acaba por ser a parte mais complicada das adoções, pois é essencial encontrar uma pessoa que cuide do animal durante toda a sua vida.

GREYHOUND / PARTE III

DA ORIGEM AOS NOBRES

Retrato do Rei JeanII, Le Bon



O Greyhound não é originário das Ilhas Britânicas e para encontrar a sua terra natal tem que se ir até a Ásia. Atualmente, é no Oriente Médio que se encontram os mais antigos vestígios (que datam do quinto milênio a.C.) de galgos, mas há falta de outros dados que completem as fontes arqueológicas e históricas existentes. É difícil traçar o caminho seguido por este tipo de cão desde o Oriente Médio até a Grã-Bretanha. Provavelmente o Greyhound tenha encontrado o seu caminho até o Afeganistão. Onde sua pelagem se tornou espessa para protegê-lo do clima do deserto. Pelo menos três variedades de Greyhound existem há muitos anos, estas são: O que tem pêlo anelado, um pouco áspero, encontrados principalmente na Rússia e Tartária; o de pelo sedoso da Natólia, Pérsia e Egito Antigo; e uma raça de pêlo curto e macio, o Deerhound e o Greyhound. Tendo sido levado pelos Celtas para a Grã-Bretanha, tornou-se a raça favorita junto à nobreza desse país, e nos séculos XI e XVI, na Inglaterra, só pessoas de sangue real ou nobre eram autorizadas a terem um exemplar.
Ninguém sabe ao certo de onde o velho Greyhound se originou, seja como for, segundo H. Edwards Clark, um dos maiores especialistas da raça, considerava que os primeiros Lebréus da Grã-Bretanha foram provavelmente os que acompanharam as tribos Celtas que vieram da Bélgica em 200 a.C., mas a verdade é que estes já estavam isolados na Grã-Bretanha no período saxônico; assim há referências à presença de Galgos nos canis do Duque de Mercy, no século VIII.
Outra prova dessa presença são as leis promulgadas em 1016 (laws of Canute), pelo rei dinamarquês Canuto, O Grande reinou na Inglaterra de 1016 a 1035. Quando da convocação do parlamento em Winchester, Canuto mandou incluir no artigo de número 31, que a partir de então os Lebréus, Mastins e Sabujos, ficariam destinados a serviços exclusivos do rei e da nobreza. Foram então enviados mensageiros a todos os pontos do reino, com o encargo de mutilarem todos os cães capazes de caçar os veados dos bosques, “mas não seriam mutilados os cães que se mantivessem a dez milhas fora dos limites da floresta”.
Mais tarde (de 1042 a 1066), os anglo-saxões recuperaram o trono com Edward, O Confessor. Segundo as crônicas de Guilherme de Malmesbury, este rei possuía Greyhounds.
Por fim, o que tantas vezes e durante tanto tempo foi dito, que Guilherme, O Conquistador, apresentou os Lebréus aos Ingleses é totalmente falsa. Apesar de uma famosa tapeçaria Boyeux, chamada “Da Rainha Matilde” representar algumas cenas de caça, nas quais se reconhecem numerosas espécies de raça, é evidente a presença dos Galgos normandos (na realidade, a rainha, esposa de Guilherme nada tem a ver com a realização desse bordado de “setenta metros” de comprimento) e por isso, o numero de Galgos aumentaram consideravelmente no país.
Desde então, o Greyhound nunca deixou de estar presente na história; Chauser, entre outros o menciona em meados do século XIV, no entanto, a primeira descrição do Lebréu Inglês deve-se, curiosamente, a um poeta francês, Gages de La Buigne, capelão do rei da França. Tendo acompanhado Jean II, O Bom, quando esse foi feito prisioneiro pelo príncipe Negro em 1356, para distrair o seu senhor compôs esta “Divisa do Irmão Lebréu”:

Focinho de lúcio
Harpa de leão, pescoço de cisne;
Orelha de serpente tinha;
Quem sobre a cabeça tinha
Ombros de cabritinho selvagem,
Costela de cevo na boscagem,
Cocha de Lebréu e pé de gato,
Língua de cervo, cauda de rato.

Esse retrato do Lebréu tem algumas variantes conhecidas: “O focinho de lúcio” transforma-se por vezes em “focinho de Lobo”, “língua de cervo” em “unha de cervo” (o que é menos estranho) e em algumas versões o cão aparece com “olhos de gavião”. Mas a divisa celebrizou-se, sobretudo por Juliana Berner, abadessa de Sopewell, no seu livro de Saint-Albans, escrito em 1486, a abadessa inspira-se no poema de Gages de la Buigne: “O Greyhound tem que ter cabeça de serpente? E pescoço de dragão / E cauda de rato”.
Outra descrição pitoresca é achada em The Máster of Game escrita por Edward de Langley (1373-1415), Duquesa de York no reinado de Henrique IV da Inglaterra. É uma descrição muito pormenorizada do Greyhound, na qual afirma, em particular, que os melhores são os tigrados de vermelho com focinho preto.
Concluindo, parece não ser muito difícil encontrar testemunhos que creditem o valor do Greyhound, já que nos escritos consagrados aos passa tempos da aristocracia inglesa se fala muito dos seus Lebréus. Em contrapartida, as obras de mesmo caráter destinadas aos senhores franceses referem-se principalmente aos cães Sabujos.
É certo que na Idade Média os Lebréus eram menos utilizados na França do que eram admirados por igual no outro lado do Canal da Mancha. Isto talvez esteja relacionado com a mudança nos costumes da alta sociedade francesa, que foi abandonando o campo pouco a pouco, deixando-o nas mãos da pequena nobreza da província, para ir instalar-se na corte, e desfrutar dos seus requintes, enquanto que os grandes Lordes Ingleses sempre foram muito apegados a terra e à vida campestre, os franceses só tornaram a descobri-los no século XIX, graças aos parques naturais, às corridas de cavalos e aos exercícios esportivos.




Castelos Beauregard e La-Fertè-Saint-Aubin onde os Reis JeanII Le Bon e Ricardo criavam seus Greyhounds.